quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um Gre-nal desigual, infelizmente

Me dói ter que dizer isso, mas o Grêmio entra no próximo Gre-nal, se ambos jogarem com os titulares, em grande desvantagem.

Temos um bom ataque, bons laterais e um bom goleiro... só. O Inter tem um time formado, se vier com os titulares ou com um misto quente. Então o clássico, neste momento, é realmente desigual.

Por isso me dói, eu queria um time mais eqüilibrado do Grêmio. Mas uma soma de fatores fazem com que, neste momento, não tenhamos um time. Temos um punhado de jogadores tentando formar uma equipe e longe de ser um time.

É brabo, tchê. Entra ano, sai ano e os erros se sucedem, quase sempre os mesmos. O principal deles: política. Os que chegam desmancham tudo que havia, esteja errado ou certo. Os erros administrativos beiram o absurdo, são patéticos!

Querem que eu cite um recente, para refrescar a memória? Um dos jogadores mais valorizados do futebol espanhol, que fez gol nesta semana contra o poderoso Barcelona, deixou o Grêmio por míseros 1,2 milhóes de euros. Cerca de 9 meses depois o Grêmio pagou 3 milhões de euros e mais um salário astronômico para poder trazer um jogador equivalente. Sempre tem um porém e uma desculpa, mas no final do dia é um baita erro administrativo.

Querem outro: falta de continuidade. Todo ano se trocam vários jogadores, técnico, convicções. Os times que fazem sucesso mantém muito mais do que contratam, só mudam de fotografia quando os times envelhecem. Na contramão, o Grêmio não ganha nada importante e os jogadores que fazem algum sucesso não duram, por pressão ou por... erros administrativos. Os técnicos, durante o curto período que passam, reinam absolutos. Mandam embora quem querem, na hora que quiserem. Assim foi com Borges, Lúcio, Rochemback, Douglas...

Será que estes caras não servem? Mas e os que estão aí, não tem deficiências? É duro, ninguém cumpre contrato e prorrogar então, só por milagre.

Torço muito para que o Caio ache um time antes da Copa do Brasil, nós temos que ganhar esta competição de qualquer maneira.

Fim de papo e de desabafo...

Abçs

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Início de uma nova Era!


Foi dada ontem oficialmente a largada para a temporada 2012 do Tricolor Gaúcho. De cara se pode dizer que será uma das mais marcantes temporadas da história do clube, pois neste ano se iniciará uma nova Era no Grêmio Porto Alegrense.

O mapa do futebol mundial divide os times, em especial nos mercados mais maduros como os dos países europeus, entre os que têm recursos e sustentabilidade e os que não têm. Cada um ao seu estilo, uns com mais recursos financeiros, outros com um modelo baseado mais na sua força geográfica, mas com 3 fatores em comum: história, estrutura e elenco qualificado.

E o Tricolor iniciará 2013 com estes dois últimos fatores com um relevante upgrade. Até porque história nós temos muito, mas nossa estrutura atual apesar de boa está defasada e o elenco também merecia os reforços agregados e outros que ainda virão.

Por tudo isso 2012 é marcante. É ano para encher o Olímpico em todos os jogos, porque será seu último ano e este lendário merece uma despedida digna. Merece mais, fechar com uma taça nova, um penta da Copa do Brasil para resgatar o orgulho desta nação que clama há anos por um título de ponta.

Tudo isso renovando a Paixão Gremista e abrindo uma nova era, na qual teremos a melhor estrutura das Américas, com um plantel de ponta e estaremos preparados para enriquecer ainda mais nossa história.

Feliz 2012 Tricolor!

Abraço

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mario Fernandes na zaga


Vai ter muita gente discordando, mas acho que Caio Júnior vai utilizar Mario Fernandes na zaga em 2012.
O jogador é versátil, todo mundo sabe. Não é a toa que se destacou na lateral, pois tem força e velocidade. Mas o que estaria pensando a comissão técnica e a diretoria ao reintegrar Edílson e manter Gabriel? É para ter 3 laterais direitos? E porque não concretiza a vinda de mais um zagueiro? Será pelas dificuldades de encontrar um nome?
Pelo que observo e leio diariamente, acho que Caio está pensando a defesa com Gabriel, Mario, Sorondo e Julio César. Ficaria bem consistente e teríamos as reposições com Edílson, Saimon, Vilson e Bruno Collaço (eu ainda preferia o Lúcio...).
Pra mim é sintomático, Mario vai começar a temporada na zaga e poderá, eventualmente, voltar à lateral, em especial se vier um zagueiro afirmado.

Vamos ver nos primeiros treinos se estou louco ou é isso mesmo...

Abraço

sábado, 10 de dezembro de 2011

Boas perspectivas para 2012

Sobre o término da temporada 2011 já falei. Pensando um pouco 2012, resolvi fazer um ensaio sobre um possível time com as contrataçōes que foram feitas, o plantel remanescente e as especulaçōes que seguem circulando na mídia. Com uma pequena mudança tática (Mário como zagueiro) ficaríamos com o seguinte time: Victor, Gabriel, Mário, Alex (Chelsea) e Júlio César; Fernando, Rochemback, Ibson e Douglas; Kleber e Marcelo Moreno. O banco imediato teria Grohe, Lúcio, Saimon, Marco Antônio, Marquinhos, Leandro e André Lima. Acho que com estes mais Magrão, Miralles e outros garotos que subirão, dá pra almejar títulos. É um time forte e com boas alternativas. Então que se confirmem aí as poucas contrataçōes que ainda faltam. Estes 3 principalmente: Alex, Ibson e Marcelo Moreno. Daí é encher o Monumental e ver quem vai encarar! E vocês, o que acham? Abraço Leandro

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Seja profissional direção!


Mais uma temporada gremista, enfim, chega ao fim... A esperança para um ano melhor se renova, mesmo com o cansaço dos últimos 10 anos.

Além da contratação de Kleber a dispensa de Roth também agradou. Nada contra o cidadão e muito menos contra o profissional. Acho que Roth tem qualidades na formação de times, mas o prazo de validade continua curto e mais uma vez não foi diferente. Quando parecia ter embalado... Lá se foi tudo por água abaixo. Então pra que insistir de novo? Pra ter mudança logo ali na frente?

O que eu queria mesmo é que a definição do novo treinador do Grêmio tivesse critérios. E sérios. Profissionais. Me vêm à cabeça a contratação de Pep Guardiola no Barça. Como conta Ferran Soriano em "A bola não entra por acaso", a Diretoria do Barça definiu 9 tópicos para a decisão final sobre o novo técnico após a saída de Frank Rijkaard. De uma lista reduzida aos nomes de Mourinho e Guardiola, estes critérios definiram este último como o novo comandante. Como pudemos acompanhar nestes últimos anos, a decisão foi correta.

Dentre os tópicos listados no Barça alguns seriam bem aproveitados na nossa realidade. Por exemplo: Esquema de jogo, experiência internacional e conhecimento do clube. No caso do Grêmio, o esquema o 4-4-2 com suas variações (duas linhas de quatro+2 atacantes ou um losango no meio com 2 atacantes) , é o que historicamente funcionou no Grêmio. Experiência internacional e conhecimento do clube também são fundamentais, pois queremos a Sulamericana 2012 e a Libertadores 2013, então estas duas características são essenciais para suportar a pressão dentro e fora de campo.

Exercitando um pouco com base nestes critérios a lista fica pequena, mas muito boa. Felipão, Renato, Tite, Adilson e Caio Júnior, penso eu. Tirando as incompatibilidades ficaríamos com Tite e Adilson, pela ordem.

Tite é o meu preferido, mas difícil. Acho que ele foi injustiçado ao sair do Grêmio, pois depois se viu que a estrutura diretiva era o problema e não o técnico. Simpatizo também com o Adilson, ele atende a todos os critérios. Contra ele os recentes trabalhos sem sucesso em São Paulo, mas com estrutura e elenco (vide Cruzeiro) ele trabalha bem. Além disso, ele fez Kleber jogar muito na época do Cruzeiro...

E vocês? O que acham? Deixem seus votos aí nos comentários.

Abraço,
Leandro

domingo, 20 de novembro de 2011

Lamentável


É a palavra que me vêm à cabeça para definir a participação do Grêmio no Brasileirão 2011. Acho que o erro maior é o de não assumir o seu tamanho e a sua história. Se analisarmos o currículo dos 20 times da série A do Campeonato Brasileiro, o Grêmio fica aí em 5º ou 6º lugar, no máximo. Se analisarmos as folhas de pagamento, as estruturas dos clubes, a posição fica por aí também, se não for melhor. É só ver que clubes têm estádio próprio, folha de pagamento em dia, etc.
Então porque não assumir sua condição, sua história e seu tamanho e se nivelar a clubes com muito menos expressão? Ou tu acha razoável perder dois jogos para o Ceará e para o Botafogo e empatar dois jogos com o América-MG? É isso mesmo, em 18 pontos contra clubes bem menores fazer dois pontos é inaceitável. Aí tu vai dizer: “pô, o Botafogo é grande!”. Mas não é um dos menores entre os grandes? Não tem muito menos títulos e experiência do que o Grêmio? Não dava para ganhar pelo menos um dos dois jogos?
O planejamento para o Brasileirão, na minha opinião, devia ser de vencer os dois jogos (em casa e fora) contra os que não são do clube dos 13, mais vitória em casa, pelo menos, contra os do clube dos 13. Isso somado dá uns 81 pontos e com uma pequena quebra dá o título...
É pensamento mágico! Não é não, é assumir sua condição de clube grande e fazer acontecer. Esta história de fazer jogo a jogo é desculpa para encobrir todos os erros de contratações equivocadas, demissões de treinadores (foram 3 neste campeonato) e dispensas insanas (o artilheiro do campeonato tava aqui, lembra?).
Por tudo isso a palavra lamentável me parece a mais adequada. Aguardemos que 2012 seja melhor, se o pensamento for esse quem sabe já tenhamos um grande avanço. Mas antes do Brasileirão a Copa do Brasil é um dever! E a Sulamericana seria uma retomada no cenário internacional. Que o Vasco sirva de inspiração!
Abraço

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Arbitragem II

Eu não devia perder meu tempo com isto, mas vou... Por conta da parcialidade que a emissora que transmite o Brasileirão deu ao caso.
Do famoso ex-arbitro que comenta as arbitragens nas transmissões: “Não vi nenhuma imagem que me dê a certeza do impedimento”. Será que eu preciso trocar os meus óculos? Na imagem abaixo não fica claro? Olha a linha da grande área.

E sobre o toque do Marquinho na área: “Lance claro de bola na mão. Não houve intenção”. Fosse a favor do Flu e o comentário seria: “O jogador tira o braço do corpo e muda a trajetória da bola, pênalti claro”. A propósito, a bola bate na mão do cara e volta pra frente dele, numa trajetória de arco...
Mas ok, não se chore o leite derramado, apenas queria expor esta situação de parcialidade que ficou clara, tanto no jogo com uma narração ridícula quanto agora com estes comentários “vista grossa”.
Aquele abraço